Renda · entrada · FGTS · Minha Casa Minha Vida

Como eu financio um imóvel com baixa renda?

A resposta é uma conta: a sua renda define a parcela (regra dos 30%), que define quanto você financia — e o Minha Casa Minha Vida pode mais que dobrar isso. Descubra o imóvel que cabe no seu bolso, compare MCMV vs financiamento normal, SAC vs PRICE, e veja como fechar o gap até o que você quer.

Regras MCMV/SBPE de junho/2026 · subsídio é estimativa · simule também no site da Caixa
Sua situação
Renda bruta da famíliaR$ 3.000/mês
R$ 1.500R$ 15 mil
Quanto já tem guardadoR$ 20.000
R$ 0R$ 150 mil
Saldo do FGTSR$ 0
R$ 0R$ 100 mil
Prazo do financiamento35 anos
5 anos35 anos (máx)
Região do imóvel
Regra dos 30% da renda · MCMV e SBPE com as regras de junho/2026 · cálculo 100% no seu navegador
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O caso do Reddit já vem montado: 2 salários, R$ 20 mil guardados.
Toque em “Ver o imóvel que cabe” — e descubra por que o MCMV pode mais que dobrar o que você consegue comprar.
Quanto consigo financiar?
MCMV faixa 1 · 4,3% a.a.
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Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

A maioria dos bancos limita a parcela a 30% da renda bruta da família. Com esse teto de parcela, o quanto você financia depende da taxa de juros, do prazo e do sistema (SAC ou PRICE). Por exemplo: com renda de R$ 3.000, a parcela máxima é R$ 900; pelo Minha Casa Minha Vida (juro de ~4–8% a.a.) e na Tabela PRICE, isso costuma financiar bem mais do que pelo financiamento normal (SBPE, ~11% a.a.). Some a entrada (o que você guardou + FGTS + subsídio) e chega ao valor do imóvel que cabe no bolso.
É o programa habitacional do governo, operado pela Caixa, com condições muito melhores que o financiamento normal: juros menores por faixa de renda (a partir de ~4,25% a.a. na Faixa 1), financiamento de até 90% do imóvel (entrada de só 10%) e, nas faixas de menor renda, um subsídio que abate parte do valor. Por isso, para quem tem renda mais baixa, na prática quase só dá para comprar pelo MCMV. As faixas de renda, tetos de imóvel e o subsídio mudam por decreto — confirme sempre na simulação oficial da Caixa.
Com a mesma parcela máxima, a Tabela PRICE deixa financiar um valor maior, porque a parcela é fixa do começo ao fim. Na Tabela SAC, a parcela começa mais alta (e cai com o tempo), então a regra dos 30% bate na primeira parcela e limita mais o valor financiado. A PRICE facilita a aprovação com renda apertada; a SAC paga menos juros no total e é melhor quando a renda dá folga.
Sim, há entrada mínima: cerca de 10% no Minha Casa Minha Vida e 20% no financiamento normal (SBPE). O FGTS pode ser usado para compor essa entrada e, a cada 2 anos, para amortizar o saldo devedor — some o saldo do FGTS ao dinheiro que você guardou. Comprar na planta também permite diluir a entrada ao longo da obra, em vez de pagar tudo de uma vez.
Depende, mas muita gente descobre que a parcela do financiamento é parecida (ou menor) que o aluguel — com a diferença de que a parcela quita um bem seu, enquanto o aluguel não vira patrimônio. Se o seu aluguel já compromete mais de 30% da renda, financiar pode ser inclusive mais barato. O ponto de atenção é a entrada: enquanto você junta, vale fazer o dinheiro render acima da poupança.
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Calculadora educacional do Sardinha. A parcela usa a regra dos 30% da renda e taxa mensal linear (anual÷12, convenção da Caixa); seguros e taxas obrigatórias não estão inclusos. As regras e o subsídio do Minha Casa Minha Vida mudam por decreto e dependem de renda, região, valor e tipo do imóvel — o subsídio aqui é estimativa; faça a simulação oficial na Caixa. “Minha Casa Minha Vida”, “Caixa”, “FGTS” e “SBPE” são citados apenas nominalmente; sem vínculo, parceria ou patrocínio. Não é recomendação de investimento ou de compra de imóvel.